A pesquisa que precisaríamos fazer: a incidência de ‘júnior’ na classe política. Tenho quase certeza não absoluta que é maior nela que entre as demais classes profissionais. Vejo por aí Stephanes Jr, Ratinho Jr, Anibelli Jr, dos que me lembro agora. Tem mais, sob outras formas de juniagem, como o Zeca Dirceu, que é zeca e não é dirceu. Quando júnior, ou filho, que é a mesma coisa, não aparecem, decide-se ressuscitar o pai, como o José Richa, candidato a federal. Está num outdoor na esquina da XV com Ubaldino, ao lado de Ricardo Barros e Mário Celso. Me interessou, trabalhei para o velho Zé Richa na primeira frustrada candidatura a senador. Acontece que o José Richa do outdoor tem nariz perfeito, tipo Pitangui, diferente do pai, que quebrou o nazo num desastre de jipe, fazendo campanha para Ney Braga. Por essas e outras gosto cada vez mais de Gustavo Fruet, que sequer tentou, mas elegeria brincando a irmã Eleonora – além dos votos que ela conseguiria por si só.